
deus-criança é brincalhão…
Sorri porque as borboletas se atropelam;
Brinca com as formigas vagarosamente;
Cria histórias de vida quando a vida não lhe dá histórias;
Vive do ar que respira e do sol que ilumina;
E regressa ao aconchego da cama, ao ritmo da natureza, quando o sol se vai deitar.
Sinto saudades de deus-criança!
Simples no sentir e meigo no abraço.
Existe porque sim, sem pontos de interrogação,
não questiona o sentido das coisas, apenas as coisas sem sentido.
Passa horas a olhar os pés,
como tentativa de entender o mistério que os envolve.
Tudo tem fascínio próprio!
E a descoberta das bolhas nos dedos das mãos
representa a capacidade de transformação do próprio corpo.
Sabe que o toque deixará de ser uma descoberta intranquila
e passará, aos poucos, a encerrar, em si mesmo, a magia da vida.
Descobre na lágrima o poder curativo
que permite expressar o que o coração não suporta
e serenar porque se assumiu uma dor.
Vive a intensidade dos minutos que contêm um ciclo que se repete,
como a própria vida,
e que não se manifesta mais complexa do que a soma dos muitos minutos sentidamente vividos.
Entende a saudade como um louvar a idade!
O reconhecer que acolhe em si momentos imensuráveis de sabedoria
construídos na ousadia de experiênciar viver no encantamento…
Sorri porque as borboletas se atropelam;
Brinca com as formigas vagarosamente;
Cria histórias de vida quando a vida não lhe dá histórias;
Vive do ar que respira e do sol que ilumina;
E regressa ao aconchego da cama, ao ritmo da natureza, quando o sol se vai deitar.
Sinto saudades de deus-criança!
Simples no sentir e meigo no abraço.
Existe porque sim, sem pontos de interrogação,
não questiona o sentido das coisas, apenas as coisas sem sentido.
Passa horas a olhar os pés,
como tentativa de entender o mistério que os envolve.
Tudo tem fascínio próprio!
E a descoberta das bolhas nos dedos das mãos
representa a capacidade de transformação do próprio corpo.
Sabe que o toque deixará de ser uma descoberta intranquila
e passará, aos poucos, a encerrar, em si mesmo, a magia da vida.
Descobre na lágrima o poder curativo
que permite expressar o que o coração não suporta
e serenar porque se assumiu uma dor.
Vive a intensidade dos minutos que contêm um ciclo que se repete,
como a própria vida,
e que não se manifesta mais complexa do que a soma dos muitos minutos sentidamente vividos.
Entende a saudade como um louvar a idade!
O reconhecer que acolhe em si momentos imensuráveis de sabedoria
construídos na ousadia de experiênciar viver no encantamento…


