Pergunto-me, no espanto que o acaso me provoca,
Que porção de paciência determina o sabor da espera.
A quem pertencerá o dom de dizer: É hoje!?
O que perdemos, pelo caminho, na ânsia de encontrar o fim?
De que nos priva a falta de fé?
O que nos revela a convicção de um renascer?
Temo que a solidão, vivida na plenitude de uma vida cheia de nada, me retire a capacidade de usufruir dos presentes divinos. E que a necessidade de controle me retire o prazer de ser surpreendida.
Vive, no meu hall de entrada, uma planta em coma!
Que porção de paciência determina o sabor da espera.
A quem pertencerá o dom de dizer: É hoje!?
O que perdemos, pelo caminho, na ânsia de encontrar o fim?
De que nos priva a falta de fé?
O que nos revela a convicção de um renascer?
Temo que a solidão, vivida na plenitude de uma vida cheia de nada, me retire a capacidade de usufruir dos presentes divinos. E que a necessidade de controle me retire o prazer de ser surpreendida.
Vive, no meu hall de entrada, uma planta em coma!
Nos últimos seis meses, deteve-me a secreta esperança de que fizesse parte do seu próprio processo.
Há quatro dias atrás desisti e pensei: "está na hora de deitar fora. Morreu…".
Felizmente, não tive tempo…
E, especialmente hoje, sinto que o renascer não me pertence.
Desejo poder enxergar para além do visível, o suficiente para me permitir acreditar e esperar…
E como desconheço os limites, as razões e os sentires,
confio na sabedoria da existência,
e asseguro a minha parte.
Permanecerei aqui, caso haja um renascer…
Há quatro dias atrás desisti e pensei: "está na hora de deitar fora. Morreu…".
Felizmente, não tive tempo…
E, especialmente hoje, sinto que o renascer não me pertence.
Desejo poder enxergar para além do visível, o suficiente para me permitir acreditar e esperar…
E como desconheço os limites, as razões e os sentires,
confio na sabedoria da existência,
e asseguro a minha parte.
Permanecerei aqui, caso haja um renascer…
